Tratados

Segurança e Defesa no Tratado de Lisboa e Portugal

Entre os vários vectores da nova Política Comum de Segurança e Defesa (não obstante o novo nome, desconfio que “PESD”/”ESDP” irá manter-se…), há um que poderá levantar algumas questões relativas ao papel de Portugal: deverá Portugal integrar uma “Cooperação Estruturada Permanente” no domínio da defesa? Deverá Portugal avançar no pelotão da frente, à imagem do que fez com o Euro e com o Espaço Schengen?

Sim, claro. Portugal integra estas políticas porque só assim consegue manter a sua capacidade de influência, de influenciar e moldar decisões no sentido dos seus interesses e do seu pensamento e objectivos estratégicos. É por isso que Portugal participa nas missões internacionais. É por isso que tenta estar em cargos importantes em Bruxelas. É por isso que tenta exercer as Presidências de forma capaz (já agora: tenta – e consegue).

É que, hoje em dia, é essa a medida do poder de Portugal.

Dezembro 9, 2009 - Posted by | 1 | , ,

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