Tratados

Corações abertos

A primeira vez que os Deolinda tocaram “Parva que Sou” foi no Coliseu do Porto. Por entre a comovente espontaneidade da reacção do público, quando Ana Bacalhau diz “que parva que eu sou” há umas vozes que dizem “não és nada!”. Por duas vezes. Generosidade e espontaneidade típicas dos nortenhos. 

Fevereiro 13, 2011 - Posted by | Sem categorias

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